Uma pandemia como a que enfrentamos não é um evento
determinístico, por mais que estudemos os fenômenos biológicos o Acaso se faz
presente e de uma hora para outra nos coloca em posições adversas.
A pandemia do COVID-19 exigiu isolamento absoluto e em razão
disso, para a economia pudesse seguir suas rotas, a duras penas, nos levou ao
trabalho remoto nas atividades onde isso era possível, todavia, o trabalho remoto implica
riscos de segurança que poucas empresas e governos estavam preparados.
De uma hora para outra instituições que sempre tiveram suas
redes de computadores dentro de ambientes controlados se viram obrigadas a
abrir acessos remotos para seus profissionais poderem seguir com suas
atividades. Ato contínuo, nem todos os dispositivos que acessariam as redes
seguiram rigorosos critérios de segurança, por mais que as empresas
orientassem, pois a rede residencial dos funcionários também compartilhava
serviços de aulas online para atender os demais membros da família.
Diante deste simples cenário podemos colher uma série de
possibilidades de vulnerabilidades que colocariam em risco todo o processo,
minimizando a efetiva confiança, salvo melhor juízo.
Os resultados que temos como efeitos de tudo isso pode ser visto
no link abaixo.
Aproveite a leitura e veja o impacto fundamentalmente no
setor público do Brasil.
https://revistasegurancaeletronica.com.br/brasil-vive-epidemia-de-ataques-ciberneticos-a-prefeituras/